27 janeiro, 2009

A noite de Natal


24/12/2008
Pois então. Comprei um vinhozinho bacana, uns pães e liguei a internet aqui. Sim, eu me preparava pra noite de natal. Um tanto diferente, sim. Aliás o que não tá me faltando aqui são coisas diferentes hehehe. Me preparei pro meu cyber-natal, quando de repente toca meu telefone. Eram meus novos amigos Luanda e Norton me convidando a passar o natal com eles. Olha, só que presentão! Foi bom demais, pena que eu tinha acabado de abrir a garrafa de vinho e por isso não pude levar nada. Até tentei comprar alguma coisa no caminho, mas isso aqui não é São Paulo, né? Tava tudo fechado. Achei que nem barco eu pegaria mais. A Vivi me ligou inúmeras vezes até conseguirmos um bom sinal pra falarmos. E na rua estava um silêncio que nem parecia rua. Foi divertido pois tirei umas fotos do metro passando e de uns enfeites de natal aqui da rua onde moro.
Lá na casa deles foi muito bacana. Conheci o pai da Lu, Sr. Alípio, cheio de histórias bacanas pra contar e como eu nem gosto de ouvir histórias... Boas risadas com o Brunão e a Luiza e pra arrematar, o tão falado CHULETÃO. Caraca, o Norton não é apenas um grande baixista e arranjador. O maluco manda bem na cozinha. Antes que venham as piadinhas e os trocadalhos, é... o chuletão tava bom sim. Com batatinhas e pimenta acompanhando. Mas o que eu mais gostei foi dos pratos quadrados (Lembra, Vi?). Depois do chuletão, a digestão e um longo papo, ou melhor, vários longos papos com a Lu sobre várias coisas. Terminou com nossa “combinância” de tocarmos juntos na próxima sexta-feira no Onda Jazz.
Saí de lá de manhã e vim pra casa pra dar uma dormidinha.
Tava eu aqui comportado até o Fabinho me ligar falando pra eu descer na casa dele. E fomos nós biritar mais. Ficamos a tarde toda conversando. Esse é mais um caso interessante que aconteceu aqui. Tava eu na casa do Tércio (cavaquinista carioca que mora em Lisboa) e ele chegou. Depois que nos encontramos de novo e começamos a conversar, vimos que tínhamos vários amigos em comum, pois ele é de São Paulo. Enfim, Depois da biritagem master, ele soube que ia trabalhar e eu fui pra casa do Tércio com o Flávio. Ficamos lá até o horário da última barca e voltamos. Acordei com uma dor de cabeça boa viu... ai ai ai.
Enfim, passei o natal na companhia de amigos que conheci aqui e tenho certeza que teremos muitas outras histórias pra contar.







Um comentário:

marcia fernandes disse...

Que bom rever Portugal! Nas suas palavras, dá até pra sentir o ventinho frio. Pelo menos eu passei um frio lascado nas estações... O teu blog tá bem legal.Poético, sarrista, desaforado, romântico; até parece alguém que eu conheço !
Beijos,
Márcia
escreví mais coisa lá!Sobre a múmia.