23 dezembro, 2008

Notícias Suburbanas!!!!!!


Olha só que bacana! O Centro cultural terá o mesmo nome desse meu espaço! Fiquei muito contente, apesar de ser simplesmente coincidência.
Não sei de quem é o texto, mas, Virgílio, se vc souber, me fala pra que eu coloque o nome do autor aqui. Abraço! Viva o Subúrbio!
O subúrbio carioca, apesar de sua indiscutível importância histórica, econômica, urbanística, arquitetônica e cultural, não possui um local onde toda sua trajetória possa ser encontrada de forma sintetizada, porém, ao que parece, esta situação não perdurará por muito tempo.
Está sendo concebido, no âmbito do Iphan/Rio, um projeto para a criação do Centro de Referência da Memória Ferroviária, que ocupará o prédio onde funcionou a Gare da Estrada de Ferro Leopoldina, outrora denominada Estação Barão de Mauá. Neste mesmo espaço será criado, paralelamente, um Centro da Memória Suburbana do Rio de Janeiro, já que os bairros que integram essa zona nasceram e evoluíram sob a influência do trem e contribuíram fortemente para a formação da imagem da cidade como um todo.
A escolha desta localização - o prédio fica na Avenida Francisco Bicalho - deve-se à facilidade de acesso ao local e, também, à intenção de revitalizar a área, que atualmente apresenta um quadro de preocupante desqualificaçã o urbana.


Cultura, botequim e futebol

No futuro centro cultural, todas as manifestações artístico-musicais da região merecerão registro. Assim, o jongo, o samba, o choro, dentre outros exemplos da rica cultura suburbana carioca, terão permanente pesquisa e divulgação. Além disso, os tradicionais cenários urbanos serão recriados, objetivando o registro de ambiências culturais o que possibilitará a preservação de espaços importantes, como o botequim, a loja de artigos de umbanda e o armarinho, entre outros. O futebol também terá destaque, já que vários times e jogadores trazem no nome os bairros suburbanos, com certeza, verdadeiros celeiros de craques.
O próprio Trem terá espaço no Centro Cultural e, a exemplo do já famoso Trem do Samba, pensa-se em manter ao menos um par de trilhos que permita viagens guiadas pelos subúrbios: uma espécie de trem da história. Fundamentalmente, a idéia é que esse novo espaço sirva como elo cultural entre a área central do Rio de Janeiro e seus subúrbios, da mesma forma que os trens vêm cumprindo seu papel agregador enquanto meio de transporte.

Aqui, ocentro do meu querido Irajá. Avenida Monsenhor Felix, estrada Padre Roser e e estrada Coronel Vieira.

14 dezembro, 2008

Fotos

Depois de um longo e tenebroso inverno que cada dia tá mais frio, eu consegui um tempo no meio das minhas preocupações pra colocar as fotos do show do dia 5/12. Mas como a paciência é pouca e a conexão continua um lixo, coloquei em outro lugar e vcs vêem as fotos clicando AQUI. Não é ali, nem acolá! É AQUI! Qualquer um dos AQUIs que vcs vêem AQUI nesse post.
Daí vocês olham lá e comentam AQUI.
Beijos e abraços

11 dezembro, 2008

Surpresas... boas e outras nem tanto


Com certeza! Afinal a vida é feita disso não é? ô se é...
Depois de todo um caso que não rolou (as vezes penso que foi melhor assim), encontrei meu amigo de muitos anos de internet Alan Romero que me surpreendeu com um convite: Vamos a um concerto? Rapidamente respondi: Claro! Não queria saber nem do que que era, só queria dar uma volta e se fosse pra encontrar um amigo que ainda não havia encontrado, melhor ainda. Era o lançamento não só de um CD, mas tb de um instrumento, o GUITOLÃO. Mas que diabo é isso? Então, é uma idéia de um músico português genial. Falo do grande Carlos Paredes. Um cara que tocava guitarra portuguesa, mas não tocava fado. Paredes está pra guitarra portuguesa como Segóvia está para o violão. Tirou a guitarra portuguesa de mera acompanhadora da voz do fadista (como se isso fosse pouco) e a colocou nas salas de concerto, desenvolvendo também um repertório de composições e transcrições para esse instrumento.
O concerto foi no Museu do Fado. Um lugar que me parece que era uma fundição ou coisa do tipo. As máquinas antigas foram pintadas e fazem parte da decoração do aconchegante auditório. Antes de entrar na sala, o Alan me apresentou, além do gentil amigo que o acompanhava a esposa do grande Carlos Paredes, Luisa Amaro e outro grande guitarrista portugues António Chainho.
O concerto foi uma das coisas mais lindas que eu já escutei. A primeira parte foi de composições originais de Antonio Eustáquio (concertista de Guitolão) para o guitolão e quarteto de cordas. Depois, ele se juntou à Luisa para tocar duas composições dela em duo de guitarra portuguesa e guitolão e uma delas com um instrumento árabe que eu não vou lembrar o nome nem por decreto. E pra terminar bem pacas, um duo de guitolão e contrabaixo acústico, mostrando assim a diversidade desse novo instrumento.
Depois para minha surpresa, havia um coquetel. Lá pude conversar melhor com Chainho, Luisa Amaro e com o luthier Gilberto Grácio, que foi o construtor do guitolão.
Noite realmente muito bacana, cheia de surpresas boas, pena que não posso dizer o mesmo do dia que seguiu... Mas enfim... fico por aqui porque as coisas boas a gente lembra as coisas ruins a gente aprende com elas.

Abaixo alguns vídeos do genial Carlos Paredes.

09 dezembro, 2008

Mais do mesmo

DEpois de uma batalha titânica entre eu e essa conexão lixo que tem aqui, aí estão as fotos que tentei colocar ontem!
Só concluindo a parte do momento bacana que é estar perto de um dos maiores escritores do mundo. Pena que esse autógrafo não é pra mim. Quando voltei com o meu livro comprado, ele já tinha ido embora. Mas valeu mesmo assim.



Agora um pouco da decoração de natal aqui de Almada. eu num vejo muita graça nisso, mas como sei que algumas pessoas daí gostam, lá vai:
Aí o Cristo-Rei iluminado.

E aqui, o sino que tem numa rotunda (Balão (RJ) ou rotatória (SP)).


Aqui na "A Brasileira", lugar onde o Fernando Pessoa ia. Em três momentos:
1. Antes do Vinho do Porto seco.

2. Durante o Vinho do Porto seco...

3. Na segunda taça de "binho do forto que já num dava dão zêco azin"...

08 dezembro, 2008

Conexão bunda

Eu tava super animado pra escrever e colocar mais fotos aqui, mas por algum motivo do além, essa bosta de conexão não quer subir as fotos... tento amanhã.

06 dezembro, 2008

Pagando dívidas


Oi galera! Sei que ando na dívida com vcs aí do país tupinikim. Mas é que essa semana foi um tanto bagunçada. Desde domingo quando começaram os "ensaios" com o Sombrinha pro show de sexta é que não tive tempo pra escrever muito aqui. Fiquei escrevendo cifra desde sábado e revisando com ele e o povo pra ficar tudo certinho, mas devido a muitos problemas de logística e organização, algumas coisas ainda ficaram pra trás. Mas paciência. O show rolou, rolou bem e é isso. Mas antes de rolar, na quarta-feira eu estive no Centro Cultural de Belém no lançamento do livro do José Saramago. Isso aí! Um dos melhores escritores do mundo lançando um livro e eu tava lá! Viva! Só não entendi bem porque na capa do livro tá escrito 4a. edição. Mas enfim
FOi bem legal, rolou um "bate papo" (eu chamaria aquilo de rasgação de seda), mas foi bom porque o Saramago não entrou nessas e respondeu as perguntas e colocações dos perguntadores com muita naturalidade e nos deliciou com histórias divertidas sobre a construção do livro e com seu humor muito sutil. No meio de uma coisa super séria, ele ia lá e mandava a pérola. Assim todos caíam na risada e tudo ficava um pouco mais leve.
Só pra não perder a oportunidade de mais uma sacaneada na Cristina, lá no final da coisa, quando o Saramago falou da língua portuguesa e tal, comentou que depois do acordo ortográfico, um jornal de São Paulo (que ele não falou qual) publicou um cader com todas as alterações ortográficas para o Brasil. E ele ficou satisfeito que muitas das formas ortográficas eram formas usadas aqui em Portugal. E logo depois falou que seria interessante que algum jornal português fizesse o mesmo, já que as alterações aqui em Portugal seria uma lista muito maior. Não perdi tempo e mandei: Tá vendo como nós aperfeiçoamos a língua? Vcs usarão muito mais formas nossas! E não fui só eu quem falou. Se quer brigar, briga com o JOSÉ SARAMAGO tb! hahaha Ela ficou muito brava hahaha. Mas eu perco o amigo mas num perco a piada.
Depois dessa onda teve um coquetel. Tomei tanto vinho do porto que saí de lá meio grogue. O bagulho é bom, mas pega pesado. Caraca!
Enfim... tive que voltar pra casa, dormir porque quinta tinha um ensaio que não rolou. Sexta tb, mas ficamos lá assistindo a montagem do som, luz, decoração... e nada de ensaiar... sexta a noite foi o som, daí merece um post à parte.




01 dezembro, 2008

Sobre o fim de semana

Bom, amigos
Estive ausente esse tempo todo mas foi por boas causas.
O que muita gente me pergunta é do show de sexta. Foi muito bom, modéstia à parte, mas num tinha muita gente pra ver. Caiu uma boa água de tarde aqui e isso desanimou demais, pra ajudar o frio tava cortando tb. Então, só alguns amigos de uma das donas do lugar foram. Foram e gostaram do que escutaram, isso é bom. Como disse o o Hermeto, as palmas foram poucas, mas sinceras. E isso rendeu, pois tenho mais 3 datas lá com cachezinho. Viva!

Vista da parte de fora do lugar. Esse é o rio Tejo.

Essa esplanada, quando tá sol é um espetáculo, pena que só choveu esse dia.

Cartaz fixado na porta.


Eu juro que ia comprar pelo menos 3 mesas dessa, mas o cara não me falou onde ele descolou. Uma é pra mim, uma pro Ti e pra Tati e outro pro Renanzêra. Já pensou?


Palco prontinho. Renan e Gabiru, ó que inveja: Tenho dois retornos só pra mim! E olha quantos lá no fundo. Será que o pessoal do Wolf quer um emprestado? hahaha


Aí uma vista parcial do espaço. Bem legal lá. É que o fotógrafo é meio ruim.


Aqui um registro com o novo amigo, Sombrinha.


O legal é que de tarde, quando eu fui passar o som, o Sombrinha tava ensaiando lá. Ele vai tocar lá dia 5 agora. Fiquei curtindo o ensaio de um dos caras que mais admiro. No final, enquanto ele esperava o empresário, ficamos batendo papo. Que cara gente boa! Resumo da ópera: ele ainda precisava de um cavaco e um violão prao show de sexta. Esperei todo mundo falar e chegar à conclusão que num tinha quem chamar que resolvesse e me ofereci pra ele escutar meu violão, afinal já toquei em samba, acho que sei fazer bem a coisa e indiquei meu novo Amigo Tércio Borges, com quem passei a tarde em sua casa conversando sobre samba, choro e Rio de Janeiro. Ele aceitou e sábado passeio dia lembrando as músicas dele e escrevendo tudo. À noite ele me ligou convidando pra fazer parte do time mesmo e ir ensaiar domingo. Só não soltei rojão porque num tinha, mas fui aqui em baixo e comprei uma breja.
Domingo ensaiamos e depois fomos pra casa do Tércio pra corrigir as harmonas e mandar ver no próximo ensaio. Só que, quando junta um monte de carioca complica né? Ficamos conversando, bebendo, tocando choro e samba, falando do Rio... fomos brindados com uma seção de músicas novas do Sombrinha que nossa senhora! O cara é foda mesmo. Quando vimos era 9 da noite e só tínhamos escrito 2 músicas. Ele levou meu caderno pro hotel e ia terminar lá. Bom, amanhã o Carlinhos chega e em 2 minutos ele corrige tudo. Caraca... vou dividir os violões com o Carlinhos... puta responsa... portanto deixa eu estudar um pouco!
Até mais