14 novembro, 2008

Hoje temos mala! Em todos os sentidos...


Bom dia! Disse eu hoje de manhã! Afinal de contas, dormi bem pacas depois da minha genial idéia de dormir com a blusa de lã pra num passar frio. Acordei era umas 10 horas. Acordei já conformado que minha mala tinha virado lenda e ia lá no Consulado ver o que eles me indicavam a fazer. Já que é pra brigar, vamo brigar com embasamento. Tomei meu meio banho e coloquei a mesma roupa, óbvio. Comi um pão que tinha comprado ontem. Excelente pão. Acabou o queijo! Merda. Peguei minhas coisas e fui pro barquinho de novo. Fui pro Cais do Sodré encontrar a Bethe pra ver algum esquema pra uma apresentação lá na casa dela, que é linda! Mas cheguei muito cedo. Mas como sou muito sagaz, resolvi ir primeiro ao Consulado e como na volta teria mesmo que passar lá, já falava com a Bethe e aproveitava pra comer um troço num lugarzinho bacana ali no cais. Sou mesmo um gênio. Fui pro metro (aqui é metro mesmo, igual 100 cm) e mais uma vez o auxílio mané se fez necessário. Enfiei o bilhete no buraco errado e a máquina me cobrou um bilhete novo. Cacete! A vida num é fácil. Mas enfim. Olhei bem onde tinha que ir e fui! O Consulado fica na saída do metro Chiado. Apesar do nome esquisito é uma das partes mais lindas de Lisboa. Casarões, igrejas, cafés... Fui direto pro consulado porque tinha hora. Lá eu contei meu problema pra um atendente que com toda atenção do mundo, não sabia mesmo o que mais eu podia fazer além de pressionar a empresa, mas aí veio o diferencial! O cônsul tava lá e escutou o papo. Pra melhorar, é carioca. Falou que eu tinha que ir na empresa brigar com eles exigindo que eles me dessem dinheiro pra eu comprar cueca. Hahaha. Mas ele falou com essas palavras mesmo. Disse que isso deve ser feito quando a mala se dá por perdida. Ainda no aeroporto. É um direito seu. Daí , pra melhorar, ele me deu o celular dele e disse que se eles não dessem uma grana pra eu comprar as tais cuecas, era pra eu ligar que ele mesmo falaria. Ô loko hein! Sorte da porra! Mas daí, ainda conversando, toca meu telefone e era do aeroporto. A mala tava lá. Ele olhou pra mim e falou: perdeu uns 150 euros. Hahaha Figura. Saí de lá direto pro aeroporto. Aliás, não pude deixar de tomar um café e comer uma torrada no café favorito de Fernando Pessoa, que se chama 'A Brasileira'. Fica ali no chiado mesmo. Num sei se na época dele tinha esse nome mas o café é muito agradável. No aeroporto conheci o setor das malas perdidas. Rapaz, que zona! Por isso que perdem tantas malas. Mas pelo visto era uma bagunça organizada. Peguei minha mala que eu nem lembrava que era tão grande. Que peso! Tava tudo certinho e vim pra casa. Só que a idéia de passar na Bethe dançou, porque eu não tive coragem de andar com uma mala daquele tamanho no cais, que num é lá muito bem iluminado. Sem mala eu iria na boa, mas com minha mala que tanto me custou conseguir de volta preferi ir pro barquinho e voltar pra cá. Enfim! Tenho mala de novo! Tomei um banho de verdade e resolvi ficar em casa estudando. Agora vou aqui em baixo comer um troço. Amanhã vou na direção de Cascais (espero) e vamo vê no que dá. Agora tenho cabos e carregadores! Viva!
Só não pensem que a minha desconfiança com a Alitália acabou...
Até amanhã.

Um comentário:

Saulo disse...

Ê! Moral paca!!! Uma semana e já tá brother do Cônsul... Já dá pra fundar a UMC (união mundial dos cariocas).
Sò uma dúvida me corroendo a alma... Qual é o nome da "casquinha com chocolate derretido"???