11 novembro, 2008

Cheguei!!! Nem acredito!


Então!
Cheguei em Lisboa! A bela Lisboa (que não é a Mel, mas tb é bela). Pra chegar aqui, tive alguns contratempos.
Cap.1: A bagagem
Não queria despachar meu violão, mas era ou ele ou eu. O cara da companhia me deixou até bem seguro. Pedi que tomasse cuidado e tudo. Ele colocou uns avisos de frágil, solicitou compartimento diferenciado e até colocou meu violão com todo cuidado na esteira. Sim, fiquei muito mais tranquilo depois disso. Tomamos café e lá fui eu pro meu portão de embarque. Tudo chuchu-beleza.
No avião foi sussa. Tirando a falta de espaço foi suave. Tive que mudar de lugar 2 vezes por conta de passageiros com necessidades especiais e parei num lugar bacana, no meio do avião. Perfeito porque eu não teria que pedir licença pra ninguém e ninguém tb me pediria. No assento do meio não tinha ninguém e no outro assento, um senhor muito bacana. Viemos conversando quase que o tempo todo. O rango tava ótimo e a biritagem foi boa tb. Cerveja italiana, muito boa por sinal e muito vinho tb italiano. Tirando os filmes que não funcionavam no avião, foi tudo muito bom. Eu tava até começando a gostar da Itália!
Cap. 2: Chegada na Itália
Mas isso mudou quando cheguei lá. Mó zona! Ninguém sabia nada, o aeroporto é muito mal sinalizado. Daí me vem 2 policiais e pedem meu passaporte. Entreguei e eles fizeram umas perguntas bem das bobas. Sabem aquelas que faz só pra mostrar que tá lá? Enfim... tive muita vontade olhar na cara deles e dizer “pentacampeão”, mas achei melhor não. Daí fui pegar minha passagem, meus amigos... se algum dia disserem que carioca ou baiano não trabalha... vcs precisam ver na Itália. Eu tava muito puto já, porque faltava 40 minutos pro avião sair e eu não tinha passagem, mas aí a menina chegou. Aliás... que menina! Linda! Minha puteza passou. Agora entendo porque eles só colocam meninas bonitas pra atender. Mas por favor, né? Ela tava atrasada pro trabalho já tinha mais de 2 horas (foi o que as outras meninas do atendimento me falaram). Mulher bonita abusa da sorte.
Cap 3: Chegando em Portugal
Que beleza! Entrei no avião da TAP bebi mais um vinhozinho português e capotei na poltrona. Só acordei quando o comandante avisou que estávamos chegando e era pra apertar os cintos. A chegada em Portugal foi completamente diferente. Com policiais nos dando boas vindas e funcionários nos encaminhando para as malas. Malas? Que malas? Pois é... eis que minhas malas ficaram na porra da Itália. Acho que foram aqueles guardas que rogaram praga. Pois é. Fiquei uma cara lá esperando mala e depois outra cara pra fazer a reclamação e eles me darem um papel.
Sem mala, sem roupa, sem violão, sem pandeiro, sem discos e sem pique, fui procurar minha amiga Cristina que tinha ficado de me esperar. E, claro, não a encontrei. Ninguém em sã consciência fica esperando tanto. Daí sem tudo que coloquei acima e sem amiga e sem carona, resolvi me aventurar indo sozinho pra casa. Foi a parte mais fácil! Tirando que fui até o Cristo-Rei (uma espécie de Cristo Redentor anão) e quase tive que pagar outra passagem pra descer, foi tudo bem. Ao chegar em casa, a Cristina me liga aqui e diz que eu vou me atrasar. Hahahaha risada geral. E fiquei mal t porque ela me esperou lá! Eu a procurei, ela me procurou e ninguém se achou! “a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”. Com certeza o vinícius escreveu isso ainda quando ele era diplomata.
Saí com ela até um shopping (mulher é foda! Hahaha) para procurar o raio do benjamin pra ligar na tomada e claro que não achamos. Fica pra amanhã... boa noite.

Um comentário:

Anônimo disse...

adorei o blog!

qoo